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O ministro Og Fernandes, do Superior Tribunal de Justiça, alegou que ficou ‘perplexo’ com o efeito da enquete que promoveu na sua conta no Twitter ‘Vc é o juiz: o Brasil precisa sofrer intervenção militar? ’ Responderam à procura do magistrado 37.077 internautas. Desse mundo, 49% disseram ‘sim’ para a volta dos tanques às ruas. E 51% a rechaçaram. “O pessoal está com a faca nos dentes”, avalia o ministro, desde 2008 pela Corte superior.


“Vamos montar a nação sem a faca entre os dentes’, prega. O ministro propõe ‘o debate lúcido e pacífico pela pesquisa da construção de consensos’. Em 24 horas o Twiter do ministro foi visualizado 598.700 vezes. “Para quem não é dado a este tipo postura, um juiz, é algo imprevisto.


O magistrado diz que é em prol da democracia fortalecida. Em entrevista ao Estadão, ele disse que somente usou a mídia social para oferecer a consulta, ‘sem desejar atrair ninguém’. “O que ocorre é que tenho o Twitter como um aparelho de ausculta pra notar a nação. O que se reclama, há muito tempo, e até hoje, é que o Judiciário não fazia interlocução com a nação.


Uma das maiores críticas que se faz ao Judiciário, a famosa caixa preta”, pondera Og. “Minha origem profissional é jornalista. Isso me permitiu, digamos, ter um ver sobre a vida, a respeito do que acontece no Nação. “Convivi com a realidade da censura. Eu acho que a autonomia de sentença é um enorme elemento a ser conservado na democracia. Desde 1988 estamos vivendo isto.


O ministro fala o que o motivou à consulta sobre isso intervenção militar. Segundo ele, um website de notícias, o R7 da Record, publicou uma pesquisa indicando ‘exatamente aquela informação’. Um total de 43% dos brasileiros queriam a intervenção militar. “Simplesmente não acreditei. Portanto, resolvi usar o meu Twitter. Pensei, deixa eu investigar se estes fatos correspondem ao pensamento daqueles que me seguem.


Tenho um público entre 20 e poucos anos até quarenta e cinco anos de idade, categoria média, gente que se formou em Justo. Coloquei a pergunta sem interesse político, mas com interesse de verificar aqueles detalhes. “O que eu acho que o Brasil tem que fazer? Isso não é serviço pra juiz, nosso trabalho é executar a lei.


Entretanto acho que as pessoas que executam política no Brasil estão convocadas a um reforço do trabalho na ideia de que nós carecemos notabilizar os ganhos que tivemos com a democracia. O magistrado sofreu opiniões nas redes sociais por tua iniciativa. “Liberdade de sentença não é só da imprensa. Aí verifiquei como estamos ainda num estado sectário. “Há, ainda, uma polarização no estado. Como se estivéssemos num instante de competição civil, e não podes ser. Você tem tuas ideias, eu tenho as minhas, e é preciso que eu seja tolerante com as suas ideias. Você torce pelo Flamengo, eu pelo Fluminense, não posso ir para a estrada jogar pau nos outros. “Recebi outras opiniões, pela linha do ‘como um ministro põe esse sistema pra debater na internet?


’ Ora, na minha atividade eu garanto autonomia sentença de toda humanidade. Eu não posso ter a autonomia de sentença para ouvir a avaliação daqueles que me seguem no Twitter? Há uma contradição. Ou, dessa forma, outra análise: não se pode dizer nisso que é um tabu. “O casamento homossexual era um tabu, precisou o Supremo Tribunal Federal e os tribunais decidirem o tema para esta finalidade ser tratado naturalmente. A liberdade de sentença pela marcha da maconha foi dessa maneira também.


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O Supremo veio e decidiu e trouxe paz social. “O que penso, a partir dos detalhes, em conexão à população é que é preciso que as pessoas conversem e as lideranças políticas conversem e convençam da necessidade de reforçar o país democrático, o ganho que a democracia nos trouxe. Na Turquia, na Espanha, o povo luta.


Um militar de alta patente, nosso, citou que as pessoas deviam demonstrar tua insatisfação pela avenida. “Estou a contar: você não tem sinais exteriores do nível de polarização política que só a mídia social permite você saber. A informação fundamental mais evidente é a manifestação pública, outro tipo de presença, e aí as aparências enganam.

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